Melhores Posteres

P015ID: 2178296 - 2015-11-15
TítuloHepatocarcinoma em adenoma hepatocelular inflamatório
AutoresFabiana Sousa, André Pinho, Cristina Fernandes, Renato Bessa de Melo, Luís Graça, José Costa Maia
HospitalCentro Hospitalar de São João, EPE

Objectivo/Introdução
Introdução: Os adenomas hepatocelulares, mais comuns em mulheres jovens, são tumores benignos, estando descritos 4 subtipos: o inflamatório, mutação HNF1A, mutação beta-catenina e o subtipo não classificável. Embora o hepatocarcinoma esteja habitualmente associado a doença hepática crónica, os adenomas têm potencial de malignização.

Material e Métodos
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Resultados
Mulher de 50 anos, sem doença hepática prévia, com toma de contraceptivos orais desde os 13 anos. Por tumefacção abdominal sintomática nos quadrantes direitos do abdómen realizou ecografia abdominal que revelou massa sólida de 14cm. RMN identificou lesão pediculada do fígado, heterogénea, de 12*12*9cm. Decidido tratamento cirúrgico em Reunião de Grupo Oncológica (RGO). Intra-operatoriamente identificada lesão hepática exofítica capsulada de 15cm na margem anterior do segmento 3, sem invasão de estruturas adjacentes; sem outras lesões na ecografia hepática intra-operatória. Efectuou-se exérese da lesão com margens adequadas. A histologia revelou carcinoma hepatocelular G2 em adenoma hepatocelular inflamatório; ressecção R0, parênquima hepático sem alterações. Decidida vigilância em RGO. Ao 7º mês de follow-up a doente não apresenta recidiva, encontrando-se clinicamente bem.

Discussão
Os adenomas hepáticos com maior potencial maligno são os do subtipo da mutação beta-catenina, sendo dificil o diagnóstico diferencial com hepatocarcinoma. O subtipo inflamatório, como este caso, está menos associado a hepatocarcinoma.

P068ID: 2541811 - 2015-11-14
TítuloPERFURAÇÃO IATROGÉNICA DO ESÓFAGO EM DOENTE COM IMPACTAÇÃO ALIMENTAR ? CASO CLÍNICO
AutoresMariana Costa; Tiago Fonseca; Vera Oliveira; Tiago Ferreira; Marta Guimarães; Florinda Cardoso; Pedro Rodrigues; Domingos Rodrigues; Gil Gonçalves; Mário Nora
HospitalCentro Hospitalar Entre Douro e Vouga, EPE

Objectivo/Introdução
A impactação alimentar pode ocorrer em todo o TGI, mas em 75% dos casos, ocorre a nível do esófago (maioritariamente a nível cervical). A maioria dos corpos estranhos impactados atravessam o TGI sem danos à excepção de 10-20% dos casos em que pode ser necessária terapêutica endoscópica. Esta última e a instrumentalização a ela associada resultam num risco de 5% de perfuração iatrogénica.

Material e Métodos
Caso de uma mulher de 62 anos com carcinoma da mama em 2006, submetida a MRM e QT+RT+HT. Por metastização visceral, em 2014, proposta QT paliativa. Em Julho/2015 inicia quadro de disfagia aguda após ingestão alimentar. Fez fibroscopia rígida: sem identificação do corpo estranho e EDA: obstrução distal por alimento que não foi possível remover. Durante vigilância inicia quadro de dor torácica direita.

Resultados
Fez TAC tórax com gastrografina: perfuração esofágica com extravasão de contraste e defeito da parede PL direita da parede esofágica, 1-2 cm acima da carina com pneumomediastino homolateral. Submetida a exclusão esofágica cervical e abdominal (esta vídeo-assistida) com TA, gastrostomia e drenagem torácica direita. Internamento sem complicações.

Discussão
Doente tem alta ao 21ºdia com esófago a recanalizar espontaneamente (tolerava dieta líquida oral). No pós-operatório foi realizado controlo imagiológico: passagem de contraste através de locais de exclusão, sem extravasamentos ou retenção de contraste, fístulas ou obstrução.

P083ID: 9987316 - 2015-11-15
TítuloCarcinoma Epidermóide Primário do Estômago ? Caso Único numa Instituição
AutoresAna Marta Pereira, Joana Magalhães, Rui Ferreira de Almeida, António José Reis, Artur Trovão Lima, Gil Gonçalves, Mário Nora
HospitalCentro Hospitalar Entre Douro e Vouga, EPE

Objectivo/Introdução
O carcinoma epidermóide primário do estômago (CEPE) é raro e representa até 0,07 porcento de todos os carcinomas gástricos. A etiopatogenia é desconhecida, a estratégia terapêutica controversa e o prognóstico sombrio. Os autores documentam em póster o caso único da sua instituição de um carcinoma epidermóide primário do estômago.

Material e Métodos
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Resultados
Paciente do sexo feminino, 63 anos, sem antecedentes relevantes, orientada para consulta de Cirurgia Geral com o diagnóstico histológico em produto de biopsia gástrica, de carcinoma epidermóide. Clinicamente apresentava dispepsia com 4 meses de evolução. Realizado estadiamento imagiológico, sendo proposta e submetida a gastrectomia total sem intercorrências. Anatomia Patológica: tumor na face posterior do corpo proximal, composto por carcinoma de células escamosas sem componente glandular, sem lesões metaplásicas ou displásicas, envolvido de mucosa gástrica normal. Isolados 42 gânglios, 1 dos quais macrometastizado.

Discussão
A definição e origem deste tipo de tumor é controversa. No que respeita à definição, a composição do tumor por 100 porcento de células epidermóides (JGCA) com origem na mucosa gástrica não cárdica e exclusão de outra origem de carcinoma epidermóide (critérios de Parks) são aspetos a favor de CEPE. A positividade para p63 e CK 5 tem uma S-98 e E-99 porcento para carcinoma epidermóide, com marcadores glandulares negativos. A paciente foi submetida a QT adjuvante com cisplatina e 5-FU, apresentando 8 meses de sobrevida livre de doença.

P111ID: 2367476 - 2015-12-01
TítuloDoentes operados por Metástases Pulmonares de Carcinoma Coloretal: Análise Retrospectiva
AutoresGuerreiro, A.; Barroca, R.; Abecasis, N.; Limbert, M.; D'Orey, L.
HospitalInstituto Português Oncologia de Lisboa Francisco Gentil, EPE

Objectivo/Introdução
Análise dos doentes operados a metástases pulmonares de CCR no intervalo de tempo decorrido entre Jan/2007 e Julho/2015 com o objectivo de avaliar os resultados e determinar a relevância clínica de alguns factores no prognóstico e o seu impacto na sobrevida.

Material e Métodos
Incluídos os doentes com os códigos GDH de metástase pulmonar e CCR no intervalo de tempo já referido, procedendo-se à analise descritiva retrospectiva das seguintes variáveis: idade, género, localização e histologia do tumor primário, intervalo de tempo livre de doença (ITLD), número de lesões e cirurgia realizada, dimensão da maior lesão ressecada, envolvimento ganglionar, quimioterapia perioperatória e follow-up/sobrevida aos 3 anos.

Resultados
Registados 67 doentes/89 intervenções. Relativamente à histologia do tumor 1o prevalece o ADC do Reto no estadio clinico T3/N1. Predomínio para as lesões metácronas, unilaterais e únicas, com uma média de ITLD de 29,6 m. A maior lesão ressecada foi, na sua maioria, >10 e ?20 mm e cerca de 28 doentes realizaram quimioterapia perioperatória. O follow-up foi efectuado numa média de 31 meses e a taxa de sobrevida aos 3 anos foi 58,4%

Discussão
As metástases pulmonares de CCR são uma manifestação sistémica da doença e, em casos selecionados, a sua cirurgia resulta em melhoria da qualidade, prolongamento da sobrevida (58,4% aos 3a) e cura nalguns doentes (29,2% aos 3a). Os autores discutem os resultados e avaliam o impacto das variáveis enquanto factores de prognóstico com relevância clinica na sobrevida SPCIR

P141ID: 3069541 - 2015-11-17
TítuloQOL após Cirurgia Colorectal Oncológica no doente idoso e muito idoso
AutoresCarla Carneiro; Ricardo Rocha; Rui Marinho, Filipa P. Rocha; Carlos Leichsenring; José Oliveira; Marta Duarte Samartinho; Diogo Mendes Pedro; Vasco Geraldes; Teresa Brandão; Isabel Braga; Vítor Nunes.
HospitalHospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE

Objectivo/Introdução
A cirurgia colorectal oncológica pode determinar compromisso da qualidade de vida, numa população frágil como a geriátrica. A nossa questão de investigação é a de que o doente muito idoso terá pior QOL do que o doente idoso.

Material e Métodos
Estudamos uma coorte de doentes idosos com cancro colorectal tratados na nossaUCI de Jan2008 a Dez2013. Administramos o questionário de QOL EORTC QLQ-C30(v3). Comparámos 2 grupos (idosos-idade >65 e =80 anos). Utilizámos o chi-square, regressão linear simples e regressão logística.

Resultados
111 doentes, 85 (76,58%) idosos e 26 muito idosos. 57 (51,4 %) Homens, idade média 74 (SD 6,9), cancro do cólon mais frequente 83 (74,7%); cirurgia de urgência 13,51% (15); 81 (72,97%) com?3 comorbilidades. Os 2 grupos são estatisticamente semelhantes, excepto quanto ao SAPSII. Quanto ao questionárioQOL, comparando a QOL Global, Funcionamento Físico, Desempenho de Papéis, Funcionamento Emocional, Funcionamento Social, Funcionamento Cognitivo, Fadiga, Náusea, Dor, Dispneia, Isónia, Perda de apetite, Obstipação, Diarreia e Impacto Financeiro, os 2 grupos diferiram estatisticamente apenasno facto dos muito idosos apresentarem melhor funcionamento emocional; menos queixas de dispneia e de impacto financeiro. Na análise multivariada, apenas o impactofinanceiro manteve diferença com significado estatístico entre os grupos.

Discussão
A idade fisiológica não influencia as várias dimensões da QOL, excepto o impacto financeiro que foi maior nos idosos do que nos muito idosos.

P153ID: 2832114 - 2015-11-14
TítuloCirurgia de Controlo de Danos | Caso Clínico
AutoresAna Melo, Cátia Ferreira, Rita Marques, Bruno Pinto, Herculano Moreira, António Oliveira
HospitalCentro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, EPE

Objectivo/Introdução
Em contexto de trauma, a cirurgia de controlo de danos é definida como sendo a abordagem cirúrgica inicial que visa o controlo rápido da hemostase e da conspurcação. A esta abordagem segue-se a estabilização hemodinâmica do doente numa unidade de cuidados intensivos. Quando restabelecido o equilíbrio fisiológico, dever-se-á realizar a relaparotomia e o tratamento cirúrgico definitivo.

Material e Métodos
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Resultados
Mulher de 42 anos, vítima de esmagamento, dá entrada na sala de emergência. Apresentava traumatismo torácico e abdominal, com instabilidade hemodinâmica, sem resposta a ressuscitação volémica, requerendo protocolo de transfusão maciça e drenagem de hemotórax à esquerda. Decidida laparotomia exploradora com identificação de hemoperitoneu volumoso, ruptura da cúpula diafragmática esquerda, fractura esplénica grau IV, avulsão do rim esquerdo, fractura da cauda do pâncreas, ruptura da artéria cólica esquerda e hematoma rectroperitoneal. Realizada cirurgia de controlo de danos. Pós-operatório na Unidade de Cuidados Intensivos com estabilização hemodinâmica. Laparotomia revisitada às 24 horas com avaliação da viabilidade esplâncnica e hemóstase. Boa evolução clínica com alta ao 16º dia de internamento.

Discussão
A decisão de realização de cirurgia de controlo de danos deve ser tomada precocemente, de forma a prevenir a depleção das reservas fisiológicas e consequentemente a tríade letal - coagulopatia, hipotermia e acidose metabólica - que contribui para um aumento marcado da taxa de mortalidade.

P178ID: 2704806 - 2015-11-14
TítuloExperiência do serviço no tratamento do carcinoma diferenciado da tiróide ? Casuística de 30 meses
AutoresAna Melo, Sílvia Silva, Cátia Ferreira, Ana Esteves, Luís Madureira, Herculano Moreira, Paulo Roberto, Paulo Avelar, Carlos Santos, António Oliveira
HospitalCentro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, EPE

Objectivo/Introdução
O carcinoma diferenciado da tiróide (CDT) constitui uma neoplasia maligna frequente e, na sua maioria, potencialmente curável. Os autores propõem-se a analisar a experiência do serviço no tratamento cirúrgico dos carcinomas diferenciados da tiróide.

Material e Métodos
Estudo retrospectivo com amostra obtida através do GDH do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, dos anos de 2013 e 2014, e do primeiro semestre de 2015. Realizada análise estatística relativa à caracterização da população, percentagem de ambulatorização, diagnóstico, tratamento cirúrgico, adjuvante e complicações.

Resultados
Durante o período em estudo, foram submetidos a tratamento cirúrgico 264 doentes com patologia tiroideia. O diagnóstico pré-operatório de carcinoma foi realizado em 22% destes doentes por citologia aspirativa, com realização de tiroidectomia total. Contudo, o diagnóstico histológico definitivo foi de CDT em 82 doentes (31%), sendo 83% carcinomas papilares, 15% carcinomas foliculares e 2% carcinomas medulares. Cerca de 38% destas cirurgias por CDT foram realizadas em regime de ambulatório. Verificou-se 13% de complicações, na sua maioria hipocalcemias transitórias (55%). Necessidade de totalização de tiroidectomia em 19 doentes e tratamento adjuvante em 77%.

Discussão
A existência de uma equipa dedicada à cirurgia tiroideia permite uma orientação mais adequada do doente, a realização de um maior número de cirurgias em regime de ambulatório e uma diminuição da taxa de complicações.

P192ID: 1896902 - 2015-11-10
TítuloLesão iatrogénica da artéria mesentérica superior durante nefrectomia radical
AutoresJorge Pereira, Pedro Eufrásio, Júlio Constantino, Paulo Rebelo, Catarina Afonso, Edgar Neves, Luís Pinheiro
HospitalCentro Hospitalar TondelaViseu, EPE

Objectivo/Introdução
A lesão iatrogénica da aorta ou de um dos seus principais ramos durante a nefrectomia é raramente relatado, podendo ser mais comum do que é atualmente reconhecido. A lesão da artéria mesentérica superior é, neste contexto, a mais frequente.

Material e Métodos
Os autores apresentam, em poster, o caso clinico de um doente de 68 anos, submetido a nefrectomia radical, trombectomia tumoral da veia renal esquerda e esplenopancreatectomia caudal. Durante o isolamento da artéria renal esquerda, e por confusão com esta dado tamanho da lesão, a artéria mesentérica superior foi laqueada e seccionada inadvertidamente junto à sua origem. Após constatação da lesão, optou-se pela sua reparação direta utilizando o coto da artéria esplénica, seccionada aquando da esplenectomia. Verificou-se, de imediato, a retoma do fluxo na artéria mesentérica.

Resultados
O pós-operatório decorreu sem incidentes. A drenagem aspirativa não revelou sinais de hemorragia ou de fistula pancreática e foi suspensa ao 5º dia. O doente teve alta após re-introdução alimentar e retoma do trânsito intestinal, sem queixas.

Discussão
A lesão da artéria mesentérica superior durante a nefrectomia é uma complicação rara mas potencialmente catastrófica. Ocorre com mais frequência em tumores volumosos, com necessidade de linfadenectomia alargada, em que a lesão ou laqueação inadvertida da artéria acontece por confusão com a artéria renal esquerda. Falência em reconhecer e reparar a artéria pode resultar em isquemia intestinal e morte para a maioria dos doentes.

P245ID: 1366303 - 2015-11-16
TítuloUso da energia na cirurgia - o que os cirurgiões não sabem que não sabem
AutoresA. Barão, J. Girão, J. Coutinho, J.C. Mendes de Almeida
HospitalCentro Hospitalar de Lisboa Norte, EPE

Objectivo/Introdução
Introdução: Apesar da utilização crescente da energia em cirurgia, os seus principais utilizadores - os cirurgiões, mostram por vezes, um conhecimento insuficiente dos princípios, indicações, riscos e tecnologia associada. Os estudos efectuados revelam uma ausência de formação e treino nesta área, o que promove a utilização indevida dos equipamentos de energia avançada, sobretudo a nível da cirurgia laparoscópica.

Material e Métodos
Material e métodos: Foi efectuada uma pesquisa na base de dados PubMed, Medline e Medscape utilizando os seguintes termos MeSH: "electrosurgery", "education", "diathermy training".

Resultados
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Discussão
Conclusão: Esta revisão tem como objectivos reunir a informação disponível e estruturar uma formação de carácter obrigatório, a introduzir no currículo das especialidades cirúrgicas.

P305ID: 1705580 - 2015-11-14
TítuloEstudo experimental de modelos animais de Pancreatite Aguda
AutoresP Silva Vaz1,2, AM Abrantes3, R Oliveira4, JC Encarnação3, A Gouveia1, M Castelo-Branco2, MF Botelho3, J Guilherme Tralhão3,4
HospitalUnidade Local de Saúde de Castelo Branco, EPE

Objectivo/Introdução
Muitos dos mecanismos fisiopatológicos da Pancreatite Aguda (PA) continuam desconhecidos apesar dos inúmeros estudos de investigação realizados ao longo dos anos. Os modelos experimentais de PA são uma excelente ferramenta para o estudo da fisiopatologia da PA. Objetivo: estudo de 4 modelos animais de PA.

Material e Métodos
Trinta e nove ratos Wistar divididos em 2 grupos. Grupo de modelos não cirúrgicos (26 ratos): A-Ceruleína e controlo (B); C-Etanol e o controlo (D). Grupo de modelos cirúrgicos (13 ratos): E-Oclusão duodenal; F- Oclusão do ducto pancreático; G-Controlo. Avaliadas: amilasémia (AM), lipasémia (LIP) e estudo histológico após sacrifício dos animais (10h e 24h).

Resultados
Verificou-se no modelo A, quando comparado com o controlo, níveis elevados de AM 15637(±5413) vs 2438(±413) (p<0,001), LIP 6169(±3526) vs 121(±11) (p=0,002) e histopatologia de PA (HPA) vs ausência de HPA. Nos modelos E e F, quando comparados com o controlo, constatou-se elevação da AM 7228(±1312) vs 2078(±130) (p<0,001) e 6146(±489) vs 2078(±130) (p<0,001), LIP 400(±161) vs 105(±29) (p=0,114) e 814(±641) vs 105(±29) (p=0,009) e HPA vs ausência de HPA. No modelo C não se verificou elevação significativa da AM 3299(±1582) vs 1823(±281) (p=0,101) nem da LIP 76(+-13) vs 69(±18) (p=0,461) e ausência de HPA.

Discussão
Foi possível a reprodução de PA tanto no modelo induzido por secretagogo como nos cirúrgicos. Estes modelos poderão ser úteis na compreensão da fisiopatologia da PA.