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C011ID: 9637179 - 2015-11-15
TítuloO Síndrome de Obstrução Sinusoidal aumenta a Morbilidade após Ressecção Hepática por Metástases de Cancro Colorectal: Associação c ...
AutoresJoão Martins1, Henrique Alexandrino1,2, Rui Caetano Oliveira3, Daniela Falcão1, Maria Augusta Cipriano3, Luís Ferreira1, Ricardo Martins1,2, César Carvalho2, Marco Serôdio2, Mónica Martins1,2, José Guilherme Tralhão1,2, Francisco Castro e Sousa1,2
HospitalCentro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE

Objectivo/Introdução
A quimioterapia (QT) neoadjuvante pode associar-se a síndrome de obstrução sinusoidal (SOS), resultando em maior morbilidade após ressecção de metástases hepáticas de cancro colorectal (MHCRC). Objectivo: avaliar os factores predititivos de SOS e suas consequências clínicas.

Material e Métodos
Setenta de 140 doentes submetidos a hepatectomia por MHCRC entre 2010 e 2013 realizaram QT. Revisão histológica, com ocultação dos parâmetros clínicos, quanto à presença e severidade de SOS. Morbilidade definida pela classificação de Dindo-Clavien. Análise estatística com SPS 21.0. Significado estatístico com p<0.05.

Resultados
Análise univariada revelou QT associada a dilatação sinusoidal (p=0.09), peliose (p=0.028) e SOS moderado a severo (p=0.004). A QT com bevacizumab acompanhou-se de redução do risco de SOS moderado e severo (p=0.045). A Diabetes mellitus associou-se a menor incidência de dilatação sinusoidal (p=0.034). Análise multivariada confirmou a associação do SOS com morbilidade global (p=0.02) e específica da cirurgia hepática (p=0.016). Valores pré-operatórios de Gama-GT superiores a 118.5 U/L associaram-se a SOS moderado a severo (Área sob a curva: 0.768, p<0.001).

C023ID: 6368874 - 2015-11-15
TítuloClampagem do Pedículo Hepático como Factor de Pior Sobrevida Livre de Doença após Hepatectomia por Carcinoma Hepatocelular
AutoresLorrane Viana1, Henrique Alexandrino1,2, Rui Caetano Oliveira3, Luís Ferreira1,2, Ricardo Martins1,2, Marco Serôdio1,2, Mónica Martins1,2, Maria Augusta Cipriano3, José Guilherme Tralhão1,2, Francisco Castro e Sousa1,2
HospitalCentro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE

Objectivo/Introdução
A hepatectomia (HP) é, juntamente com o transplante hepático, o único tratamento potencialmente curativo para o Carcinoma Hepatocelular (CHC). A clampagem do pedículo hepático (CPH) tem sido associada a maior risco de recidiva. Objectivo: estudo do impacto da CPH como factor de prognóstico após HP por CHC.

Material e Métodos
Revisão clínica e patológica de 39 doentes submetidos a HP por CHC entre 2005 e 2013. Hepatopatia crónica em 33 doentes (84,6%). As etiologias mais frequentes foram etilismo (59%), HCV (17,9%) e HBV (10,3%). HP major em 15 doentes (38,5%). Transfusão em 11 doentes (28,2%). CPH em 29 doentes (74,4%), com duração média de 18,2 minutos. Análise estatística com SPSS 21.0. Testes de sobrevivência (Kaplan-Meier, log rank e regressão de Cox). Significado estatístico com p<0.05.

Resultados
Morbilidade major em 30,8% dos doentes. Mortalidade em três casos (7,7%), por insuficiência hepática grau C. Sobrevida global (SG) e sobrevida livre de doença (SLD) aos 5 anos de 48% e 24%, respectivamente. Após análise multivariada a invasão macro-vascular e a infecção por HCV associaram-se a pior SG (p<0.05), enquanto que a transfusão, a CPH e a invasão macro-vascular associaram-se a pior SLD (p<0.05).

C025ID: 1018043 - 2015-11-14
TítuloPadrões Histopatológicos de Prognóstico na Cirurgia de Metástases de Cancro Colo-Rectal: Padrão Expansivo como Factor Independente de P ...
AutoresDaniela Falcão1, Henrique Alexandrino1,2, Rui Caetano Oliveira3, João Martins1, Maria Augusta Cipriano3, Luís Ferreira1, Ricardo Martins1,2, César Carvalho2, Marco Serôdio2, Mónica Martins1,2, José Guilherme Tralhão1,2, Francisco Castro e Sousa1,2
HospitalCentro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE

Objectivo/Introdução
O padrão histopatológico apresentado pelas metástases hepáticas de carcinoma colo-rectal (MHCCR) tem implicações prognósticas, reflectindo importantes interacções tumor-hospedeiro. Objectivo: avaliar a influência do padrão histopatológico na sobrevivência global (SG), sobrevivência livre de doença (SLD) e sobrevivência livre de recidiva hepática (SLRH).

Material e Métodos
Análise dos dados clínicos de 110 doentes submetidos a hepatectomia por MHCCR (2010 a 2013). Revisão patológica com ocultação: margem de ressecção cirúrgica, grau de regressão tumoral, espessura tumoral na interface tumor-parênquima e padrão de crescimento tumoral. Análise estatística com SPSS 21.0. Testes de sobrevivência (Kaplan-Meier , log rank e regressão de Cox). Significado estatístico com p<0.05.

Resultados
Sobrevida mediana de 52 meses, SG aos 5 anos de 48%. Recidiva em 74 doentes. Margem cirúrgica positiva demonstrou ser um fator independente de pior SLD (p=0.018) (SG aos 5 anos de 10.2%). Ausência de resposta histológica tumoral associada a pior SLRH (p=0.021). O padrão de crescimento expansivo associou-se a pior SG (27,5% aos 5 anos; p=0.007) e SLD (5,4% aos 5 anos; p=0.004) na análise multivariada.

C043ID: 2857347 - 2015-11-15
TítuloMargem proximal (MP) como fator preditivo de recidiva na ressecção gástrica oncológica (RGO)
AutoresRui Marinho (1), Catarina Ribeiro (2), Marta Sousa (1), Rita Lages (2), Nicole Inácio (3), Marta Serra (2), Ricardo Rocha (1), Marta Fragoso (1), Teresa Santos (2), Filipe Ribeiro (2), Nuno Pignatelli (1), Vítor Nunes (1)
HospitalHospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE

Objectivo/Introdução
Na RGO por ADC recomenda-se uma MP >5 cm, ou >8 cm nos tumores difusos. Estudos recentes contestam esta distância. Valor preditivo da MP para recidiva.

Material e Métodos
Estudo longitudinal retrospetivo. Incluídos doentes com RGO com intenção curativa entre 2008-2012 de dois hospitais. Excluídos os doentes com follow-up <6 meses e ressecções R1/R2. Comparados os doentes com recidiva e sem recidiva. Foi utilizada regressão logística: outcome - evidência de recidiva (local e à distância); preditores: MP; controlado para os fatores histológicos de risco.

Resultados
128 doentes. Idade superior nos doentes com recidiva(74,4 [plus]- 1.10 vs 70,5 [plus]- 1,68; t=2,04, p<0,05). Distribuição por sexos foi idêntica. Margem <5 cm associou-se a recidiva(Chi2 = 0,863; df=1; p=0,030). Na análise univariada a extensão mural, invasão ganglionar, invasão linfovascular, grau e tipo histológico associaram-se a recidiva. Na análise multivariada a margem proximal foi preditora de recidiva(OR=1,04; IC95[1,01;1.07]). Mantiveram-se como preditores o envolvimento ganglionar, invasões linfovasculares e grau de diferenciação. Excluindo as variáveis sem significância estatística o modelo de regressão apresenta R2=0,31 e a MP perde significância estatística.

C051ID: 1300498 - 2015-10-21
TítuloRECONSTRUÇÃO MICROCIRÚRGICA FARINGOESOFÁGICA
AutoresSara Cunha, João Martins, Cristina Pinto, Carolina Andresen, Ana Melo, Antónia Póvoas, Carlos Soares, Susana Graça, Prof. Jorge Maciel, Prof. Horácio Costa
HospitalCentro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE - Unidade II

Objectivo/Introdução
A laringofaringectomia circunferencial com esofagectomia cervical está frequentemente indicada no tratamento da neoplasia maligna laringofaríngea avançada. Campos cirúrgicos previamente irradiados e submetidos a quimioterapia sistémica dificultam a reconstrução funcional e contribuem para altas taxas de falência das reconstruções clássicas. As opções microcirúrgicas, sejam retalhos entéricos ou retalhos fasciocutâneos, são actualmente o gold standard.

Material e Métodos
O presente estudo retrospectivo analisa as reconstruções microcirúrgicas faringoesofágicas realizadas em conjunto pelos serviços de C.Geral e de C.Plástica nos últimos 15 anos. Foram avaliados: etiologia, retalhos livres utilizados, taxas de complicações, tempos de internamento, morbilidade da zona dadora, sobrevida dos doentes e resultados funcionais.

Resultados
Foram realizados 14 reconstruções, todas em doentes do sexo masculino, com uma média de 58,1 anos. A opção mais utilizada foi o retalho livre de jejuno, depois o retalho livre antebraquial radial, o retalho livre de estômago com epíploon e por fim o retalho livre anterolateral da coxa. As complicações mais frequentes foram a fistulização traqueoesofágica e a estenose do neoesófago.

C069ID: 2820001 - 2015-11-14
TítuloO Rácio Neutrófilos/Linfócitos é preditor da necessidade de cirurgia na diverticulite aguda do cólon sigmoide
AutoresNuno Carvalho (1,2) Gisela Marcelino (3), Gabriel Oliveira (1), Celso Marialva (1), Rafaela Campanha (1), Diogo Albergaria (1,2), Filipe Borges (1), Margarida Ferreira (1), Miguel Fróis Borges (1,2), Filipa Eiró (1), Gabriela Machado (1), Corte-Real (1,2)
HospitalHospital Garcia de Orta, EPE

Objectivo/Introdução
A diverticulite aguda (DA) apresenta um amplo espectro de manifestações, desde ligeiras, passiveis de tratamento em ambulatório, até choque séptico, com elevadas taxas de mortalidade.Objectivo: Avaliar a relação entre o Rácio Neutrófilos / Linfócitos (N/E) com a classificação de Hinchey modificada e a necessidade de cirurgia na DA do cólon sigmoide.

Material e Métodos
Estudo retrospectivo, 174 internados por DA, confirmada por tomografia computorizada, período de 3 anos (2008-2010). Determinação de N e L na admissão. Avaliação com classificação de Hinchey modificada e necessidade de cirurgia. Estatística com Mann-Whitney e Kruskal-Wallis.

Resultados
17 submetidos a cirurgia. Elevação de N e do rácio N/L e redução de L do estadio 0 para o estadio IV (p 8,42, o risco relativo de cirurgia foi de 4,54.

C095ID: 6839093 - 2015-11-15
TítuloPé Diabético ? Mudança de Paradigma no Tratamento da Infecção Moderada a Grave
AutoresVítor Neves Lopes, Maria Jesus Dantas, João Pinto-de-Sousa
HospitalCentro Hospitalar Tâmega e Sousa, EPE

Objectivo/Introdução
A infeção no pé diabético é a complicação mais frequente de diabetes mellitus que requer hospitalização e o evento precipitante mais comum que leva a amputação do membro inferior. Doentes com PEDIS 3 e 4 são geralmente internados. Pretende-se apresentar a logística do Hospital de Dia da Consulta de Pé Diabético do nosso Hospital em doentes com infeção moderada e grave do Pé Diabético que necessitam de antibioterapia parentérica de largo espectro com um fármaco de uso hospitalar exclusivo, o ertapenem.

Material e Métodos
Exposição da logística e análise retrospetiva dos doentes abrangidos desde o início desta modalidade, em 2015.

Resultados
5 doentes (4 H; 1 M), com idade média 59,4 (±9,6) anos, 4 com infeção PEDIS 3 e 1 com PEDIS 4, realizaram antibioterapia dirigida com Ertapenem. O tempo médio da utilização deste fármaco foi de 49,6 (±34,7) dias. Em 4 doentes foi diagnosticada osteomielite. Verificou-se em todos a resolução total do processo infecioso. Não foram identificados efeitos adversos atribuíveis ao fármaco.

C099ID: 1802344 - 2015-11-14
TítuloCIRURGIA PAROTÍDEA - CASUÍSTICA DE UM HOSPITAL
AutoresRita Peixoto, Joana F. Correia, Daniela Macedo Alves, Rosa Saraiva, Maria João Lima, Catarina Quintela Silva, Virgínia Soares, Pedro Koch, António Taveira Gomes
HospitalUnidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE

Objectivo/Introdução
Apesar de a parótida ser a glândula salivar mais frequentemente submetida a cirurgia, continua a ser uma cirurgia rara.

Material e Métodos
Foi realizada uma revisão destas cirurgias entre abril/2012 e outubro/2015, com colheita de dados através da consulta do processo clínico e inquérito.

Resultados
No total, 33 doentes foram submetidos a cirurgia parotídea, 17 do sexo masculino (51,5%) e 16 do sexo feminino (48,5%), com uma mediana de idade de 51 anos (19-73). 84,8% (n=28) foram submetidos a Parotidectomia Superficial, na sua maioria por adenomas pleomórficos (n=15), seguido de tumores de Warthin (n=10), carcinoma (n=1), mioepitelioma (n=1) e infeção micobacteriana (n=1). 9% (n=3) foram sujeitos a Parotidectomia Total por tumores de Warthin (n=2) e carcinoma (n=1). Os restantes 2 doentes foram submetidos a biopsia incisional por linfoma e enucleação de lipoma intraparotídeo. O tempo médio de cirurgia foi de 80 minutos. A determinação da morbilidade através do inquérito foi realizada em 90,9% dos doentes (n=30). Destes, 20,0% (n=6) apresentaram paresia temporária do facial e 6,7% (n=2) fístula salivar, todos com recuperação total. 4 doentes (13,3%) apresentam Síndrome de Frey e 3 (10,0%) referem cicatriz inestética. Não existem casos de paresias permanentes do facial. Refere-se 1 caso de recidiva cutânea de carcinoma com necessidade de reintervenção cirúrgica.

C119ID: 9386098 - 2015-11-15
TítuloImpacto do estudo Z0011 - Quantas linfadenectomias axilares são possíveis evitar?
AutoresOom, R; Santos, C; Cabral, F; Sousa, M; Nogueira, R; Costa, C; Vargas Moniz, J; Santos, A; Alves, R; Leal de Faria, J; Bettencourt, A
HospitalInstituto Português Oncologia de Lisboa Francisco Gentil, EPE

Objectivo/Introdução
Os tumores da mama iniciais (T1-T2) têm uma baixa taxa de metastização ganglionar. A validação da biópsia do gânglio sentinela (BGS) permitiu poupar a maioria destes doentes à linfadenectomia axilar (LA) e sua morbilidade. O estudo ACOSOG Z0011 alargou o grupo de doentes que podem evitam LA. Estes critérios foram introduzidos na nossa Instituição em 2012. O objectivo principal é determinar a proporção de doentes em que a aplicação destes critérios permite evitar LA. Os objectivos secundários são a avaliação da recidiva e sobrevivência nestes doentes.

Material e Métodos
Estudo observacional de base de dados prospectiva de doentes submetidas a cirurgia conservadora por cancro da mama (CC) de 2012 a 2014. A BGS foi considerada positiva (+) nos casos de micro/macrometástase.

Resultados
Neste período, foram realizadas 1318 CC, 1125 das quais com BGS. Dos 166 (15%) com BGS+:73(44%) realizaram LA e 93 (56%) não foram sujeitos a mais cirurgia axilar [idade 62A(54-67)mediana; 77,4% carcinomas invasivos SOE; 82,7% tipo LuminalA; GS retirados foi de 2(1-2)mediana]. Durante o seguimento de 27M(20-35) mediana, registou-se 1 caso de recidiva na mama e 1 de doença à distância. Não foram registados casos de mortalidade.

C130ID: 4399969 - 2015-11-15
TítuloAtrasos na Abordagem do Doente Cirúrgico na Urgência ? Um Motivo de Preocupação?
AutoresCatanho C., Vieira Pereira J., Lavado C., Fernandes P., Caldeira J., Branco A., Mendes de Almeida J.
HospitalCentro Hospitalar de Lisboa Norte, EPE

Objectivo/Introdução
A avaliação do doente no serviço de urgência(SU) impõe-se expedita.Os algoritmos de Triagem permitem definir prioridades.O tempo de espera é factor preditivo independente de complicações.Os autores pretendem determinar o tempo de espera de doentes cirúrgicos urgentes,desde a admissão até à intervenção cirúrgica.

Material e Métodos
Estudo retrospectivo de doentes avaliados no SU com diagnóstico de patologia abdominal cirúrgica urgente,em 2014.Os parâmetros avaliados foram:triagem de Manchester,patologia,avaliação primária por cirurgia geral ou outra especialidade,Tempos de espera(T1-Admissão no S.U. à primeira avaliação,T2-Da avaliação à decisão de internamento,T3-Internamento em S.O.,T4-Saída do S.O. e início da Cirurgia,TT-Tempo total)e as complicações.Excluíram-se doentes cuja avaliação primária não foi feita neste SU.

Resultados
Dos 574 doentes avaliados,foram incluídos 294.Destes,60% foram primariamente avaliados pela Cirurgia Geral.Segundo a triagem,12% eram laranjas e 63% amarelos.A apendicite aguda(n=151),colecistite aguda(n=38)e a oclusão intestinal(n=43) são os diagnósticos mais frequentes.A média de TT do doente no SU foi de 13h55,T1 de 1h19,T2 4h29,T3 7h15 e T4 0h50,com uma taxa de complicações de 12.6%.

C134ID: 2845792 - 2015-11-14
TítuloTerapia Fotodinâmica em combinação com ácido acetilsalicílico para o tratamento de cancro coloretal e esofágico
AutoresAlmeida N.(1,2), Laranjo M.(1,3,4), Serra A.C.(5), Abrantes M.(1,3,4), Pineiro M.(6), Gonçalves, A.C.(3,7), Casalta-Lopes J.(1,8), Tralhão J,G.(1,3,9), Botelho M.F.(1,3,4), Castro-Sousa F. (2,9)
HospitalCentro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE

Objectivo/Introdução
Os cancros coloretal e esofágico encontram-se situados no top 10 dos cancros mais frequentes a nível de incidência, tendo estes uma elevada expressão de cicloxigenases. A terapia fotodinâmica é uma terapêutica pouco invasiva, que está aprovada para o tratamento de várias patologias, particularmente, o cancro. O objetivo do estudo é avaliar o uso de inibidores de cicloxigenases, como o ácido acetilsalicílico em combinação com a terapia fotodinâmica para a promoção de efeitos anti proliferativos por diferentes mecanismos.

Material e Métodos
As linhas celulares WiDR e OE19 foram cultivadas de acordo com as instruções do fornecedor. As células foram submetidas ao fotossensibilizador em diferentes concentrações, após 24h, irradiadas com 10J, e posteriormente adicionado o ácido acetilsalicílico. Posteriormente realizou-se o ensaio de MTT. Foram efetuados também estudos de citometria de fluxo para avaliação do tipo de morte celular.

Resultados
De acordo com os resultados obtidos pelo ensaio de MTT verifica-se que a combinação entre a terapia fotodinâmica e o ácido acetilsalicílico diminui a proliferação de ambas as linhas celulares, dependendo da concentração de fotossensibilizador. Verifica-se a ocorrência de morte celular por apoptose e/ou necrose em ambas as linhas, de um modo dependente da concentração de fotossensibilizador.