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V002ID: 2026978 - 2014-11-18
TítuloMeso hepatectomia por hepatocarcinoma sobre cirrose
AutoresFrancisco Castro e Sousa, Henrique Alexandrino, Mª João Kock, Fernando Azevedo, Ana Luísa Almeida, Sandra Amado
HospitalCentro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE

Objectivo/Introdução
Num doente de 74 anos, do sexo masculino, sofrendo de HTA, diabetes mellitus e hepatopatia crónica alcoólica (classe A de Child, Meld 6), foi detectado, numa ecografia de rotina, um nódulo hepático nos segmentos IV/VIII com 6,3 cm; os marcadores tumorais eram normais. A lesão era fortemente sugestiva de hepatocarcinoma (HCC) e encontrava-se na vizinhança imediata da veia supra-hepática direita pelo que se decidiu realizar uma quimio-embolização com micro-esferas de Doxirubicina. Esta terapêutica foi coroada de sucesso com redução do diâmetro da lesão (5,8 cm) e " afastamento" dos eixos vasculares. Foi-lhe proposta uma meso-hepatectomia que o doente veio a aceitar. No vídeo mostrar-se-ão as diferentes fases da intervenção em que foi utilizada a abordagem supra-hilar dos pedículos glissonianos. A ressecção dos segmentos IV/V/VIII foi feita após controlo de todos os elementos vasculares e com clampagem, selectiva e intermitente dos pedículos sectoriais. O doente não foi transfundido e o pós-operatório decorreu sem incidentes. O exame histopatológico confirmou o diagnóstico de HCC.

Material e Métodos
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Resultados
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Discussão
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V002ID: 2320062 - 2015-11-17
TítuloCistogastrostomia laparoscópica por pseudoquisto pancreático em doente com bypass gástrico com montagem em Y Roux (BGMYR)
AutoresDavid Aparício, Wilma Dias, Carlos Leichsenring, Cisaltina Sobrinho, Marta Fragoso, Rui Marinho, Ricardo Rocha, Marta Sousa, Serguei Gouminski, Vasco Geraldes, Vitor Nunes
HospitalHospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE

Objectivo/Introdução
A drenagem interna por via endoscópica de coleções pancreáticas é uma alterantiva drenagem à cirurgia.Nos doentes gastrectomizados ou submetidos a bypass gástrico a drenagem endoscópica interna está condicionada.A abordagem laparoscópica em centros de referência deve ser considerada.

Material e Métodos
Caso clínico de abordagem terapêutica de pseudoquisto pancreático (PP) em doente com bypass gástrico

Resultados
Homem,47anos.AP: BGMYR por via laparoscópica (2007),PAL necrotizante(2013),CVL subsequente e desenvolvimento PP dos anos após .Recorre ao SU por dor abdominal e náuseas. TAC abdominal: formação quística da cauda do pâncreas (97x94mm), condicionando compressão extrínseca do estômago excluído. Abordagem cirúrgica por via laparoscópica: abertura da retrocavidade omental; identificação da porção gástrica excluída e adjacente a este PP; criação de orifício na parede posterior do estômago e no PP, que permitiram aplicação de ENGO GIA 45, para realização de cistogastrostomia; colocação de dreno Blake® peri-anastomótico. Pós operatório sem intercorrências, com alta ao 3º dias pós operatório. Follow up de 5 meses, doente assintomático, com resolução da lesão quística.

Discussão
A abordagem mini-invasiva das lesões quísticas pancreáticas deve ser sempre considerada e realizadas em centros com experiência. Tem múltiplas vantagens e é exequível em doentes com bypass gástrico prévio. O interesse deste caso resulta da utilização desta técnica em doentes com bypass gástrico, havendo poucos relatos na literatura

V009ID: 7345527 - 2014-11-19
TítuloHepaticojejunostomia em Y de Roux por via laparoscópica no tratamento de síndrome de Mirizzi tipo IV de Csendes
AutoresJaime Vilaça, Luís Lencastre, Rui Mendes da Costa, Ana Fonte Boa
HospitalHospital da Arrábida

Objectivo/Introdução
Em 1948 o famoso cirurgião argentino Pablo Mirizzi descreveu um síndrome de colestase associado a encravamento de um cálculo no infundíbulo vesicular. Esta complicação da litíase vesicular pode, em raras circunstâncias complicar-se de uma fístula colecistobiliar.

Material e Métodos
Um doente com 64 anos, bom estado geral e história de patologia biliar de longa data é referenciado à consulta, após um surto de colangite Tóquio I tratada no domicílio. O estudo efectuado com análises, ecografia, TAC e colangioRMN mostrou um síndrome de Mirizzi tipo IV na classificação de Csendes. Não havia suspeita de neoplasia no estudo pre-operatório. A cirurgia programada foi colecistectomia, colangiografia intra-operatória e anastomose biliodigestiva em Y de Roux, por via laparoscópica.

Resultados
A cirurgia foi executada como planeado, pese embora a exuberante inflamação dos tecidos e o achado intra-operatório de fístula colecistoduodenal. Volvidos 2 meses o doente está assintomático. A histologia da peça cirúrgica mostrou-se livre de estruturas neoplásicas.

Discussão
Numa época de tanta subespecialização, convém lembrar que há também muitas situações de patologia benigna que exigem competências avançadas para a sua abordagem e tratamento. A litíase biliar é uma doença muitíssimo frequente que se acompanha de complicações muito diversas e que por vezes precisam de grupos especialmente dedicados para obter resultados satisfatórios.

V009ID: 3011393 - 2015-11-14
TítuloOPERAÇÃO DE PARTINGTON-ROCHELLE
AutoresTiago Fonseca, Mariana Costa, Jessica Neves, Vera Oliveira, Marta Guimarães, Pedro Rodrigues, Domingos Rodrigues, Jorge Costa, Gil Gonçalves, Mário Nora
HospitalCentro Hospitalar Entre Douro e Vouga, EPE

Objectivo/Introdução
A pancreatite crónica (PC) constitui uma patologia que atinge 4-5% da população. A cirurgia está indicada no tratamento das complicações desta doença, constituindo a dor refratária ao tratamento médico a principal indicação (90% doentes.

Material e Métodos
Os autores apresentam um vídeo referente a uma operação de drenagem - cirurgia de Partington-Rochelle - referente a um doente de 70 anos do sexo masculino, em seguimento na consulta de cirurgia e consulta da dor por pancreatite crónica, apresentando no curso da mesma dor cronica refrataria ao tratamento médico com 3 anos de evolução. Os exames complementares de diagnóstico demonstraram dilatação do Wirsung com cerca de 1 cm de diâmetro, associado a estenose e litíase intraductal e ausência de massa cefalopancreática.

Resultados
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Discussão
As cirurgia de drenagem encontram-se indicadas em 25% dos doentes de PC, nomeadamente naqueles que apresentam dilatação do Wirsung (superior a 7 mm) e ausência de massa cefalopancreática. Esta permite melhoria da dor em 80% dos doentes, com preservação funcional pancreática 40-60% dos pacientes, associada a baixa morbimortalidade (10% e 1 %).

V015ID: 2309741 - 2014-11-18
TítuloGastrectomia atípica laparoscópica por GIST justacárdico
AutoresJosé Barbosa, Eduardo Lima da Costa, António Pereira
HospitalCentro Hospitalar de São João, EPE

Objectivo/Introdução
Objectivo - Demonstração cirúrgica de gastrectomia atípica por GIST gástrico de localização difícil.

Material e Métodos
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Resultados
Apresenta-se um caso clínico relativo a doente do sexo feminino de 66 anos, HIV positivo, que foi internada no serviço de doenças infecciosas com um quadro de anemia. No decurso da sua investigação foi identificada uma lesão extramucosa da região subcárdica com ulceração superficial. Foi realizado um TAC abdominal e uma ecoendoscopia que revelaram uma lesão da parede gástrica com 4 cm de diâmetro e características sugestivas de GIST. Foi efetuada gastrectomia atípica sem utilização de sutura automática dado tratar-se de lesão localizada na imediação da transição esofagogástrica. Foi realizada por via laparoscópica, usando o bisturi ultrassónico e o encerramento com fio reabsorvível. O pós-operatório decorreu sem incidentes e a doente teve alta ao 6º dia. O exame histológico revelou um GIST de baixo risco. Em reunião de grupo oncológico esofagogastroduodenal foi decidido manter apenas vigilância. À data da última consulta a doente encontrava-se assintomática e com valor de Hg de 12,6 g/dl.

Discussão
A gastrectomia atípica em GIST de localização subcárdica poderá ser realizada sem o recurso a máquina de sutura automática evitando assim a possibilidade de atingimento do cárdia e perigo de estenose.

V015ID: 1237248 - 2015-11-15
TítuloCirurgia Revisional pós-Bypass Gástrico em Y de Roux
AutoresJoana Magalhães, Vera Oliveira, Tiago Ferreira, António Reis, Rui Ferreira Almeida, Artur Trovão Lima, Gil Gonçalves, Mário Nora
HospitalCentro Hospitalar Entre Douro e Vouga, EPE

Objectivo/Introdução
Apesar do bypass gástrico em Y de Roux constituir o tratamento cirúrgico gold standard no tratamento da obesidade mórbida, apresenta uma falha na redução do peso a longo prazo em de cerca 15-25% dos casos, com necessidade de cirurgia revisional em 10-20% dos doentes. Nestes pacientes é fundamental uma avaliação nutricional e psiquiátrica, bem como exclusão de alterações anatómicas que justifiquem a falência na perda ponderal (ex. fístula gastro-gástrica, dilatação do pouch gástrico, entre outros).

Material e Métodos
Os autores apresentam um vídeo referente a cirurgia revisional no contexto de obesidade - cirurgia de distalização de bypass gástrico - numa doente de 42 anos de idade, submetida a bypass gástrico não metabólico em Y de Roux, há cerca de 3 anos, por IMC de 51. Durante o período de seguimento, observou-se um aumento ponderal significativo apresentando na altura da cirurgia revisional IMC 39. O estudo pré-operatório excluiu alterações anatómicas que justificassem a falha na perda de peso.

Discussão
Devido às múltiplas opções cirúrgicas existentes no contexto de cirurgia revisional, é necessário um estudo criterioso no pré-operatório do doente. A cirurgia revisional apresenta maior morbilidade e resultados inferiores relativamente à cirurgia primária no que diz respeito à perda de peso e consequente redução das co-morbilidades, pelo que é fundamental a selecção dos doentes que mais beneficiam de revisão.

V017ID: 2626390 - 2014-11-19
TítuloVideotoracoscopia em decúbito ventral para tratamento de leiomioma gigante do esófago torácico
AutoresJaime Vilaça, Luís Lencastre, Ana Fonte Boa, John Preto
HospitalHospital da Arrábida

Objectivo/Introdução
As abordagens por via toracoscópica do esófago têm ganho crescente popularidade nos últimos anos, com todas as vantagens da cirurgia vídeo-assistida e minimamente invasiva. O posicionamento ventral demonstrou facilidade na exposição do órgão e vantagens anestésicas. O presente vídeo tem como objectivo evidenciar este benefícios e sistematizar a técnica.

Material e Métodos
Doente de 43 anos com disfagia de longa data. Estudado por esofagoscopia, eco-endoscopia e TAC torácica, tendo-se evidenciado um leiomioma esófago toracico com 10 cm de longitude e envolvimento circunferencial. Foi realizada uma enucleação do leiomioma (e esofagoplastia) por via toracoscópica posterior direita. A cirurgia usou 4 portas de entrada. A dissecção efetuou-se com bisturi harmónico e bisturi eléctrico. A crossa da veia ázigos foi controlada com máquina de sutura automática. O esófago foi plastiado com sutura de aproximação da camada muscular longitudinal. No final foi deixado um dreno medastínico.

Resultados
O pós operatório não teve complicações. Retomou o trabalho ao 13º dia após a cirurgia. Dois meses depois, com dieta sem restrições, o doente refere que não tem o menor sintoma de disfagia ou dor torácica.

Discussão
O posicionamento ventral para a abordagem do esófago torácico por vídeo cirurgia permite uma visualização pormenorizada do órgão e das estruturas que o circundam. A cirurgia por esta via tem acréscimo de qualidade e proporciona um pós operatório rápido, confortável e com retorno precoce à atividade laboral.

V017ID: 1481866 - 2015-11-14
TítuloUMA RARA COMPLICAÇÃO DA CIRURGIA BARIÁTRICA
AutoresEmília Fraga, João Almeida, Fernando Manata, Fernando José Oliveira
HospitalCentro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE

Objectivo/Introdução
Doente do sexo feminino, de 42 anos de idade, transferida para o serviço de urgência por toracalgia esquerda intensa, de inicio súbito, com cerca de 48 horas de evolução, que não cedia com analgesia. A doente tinha como antecedentes obesidade mórbida, tendo sido submetida a remoção de banda gástrica (por migração da banda) e colecistectomia em Abril de 2015. Foi realizada TC Toraco-abdominal no Serviço de Urgência que revelou colecção líquida ao nível do tórax esquerdo com cerca de 8 cm sugerindo continuidade com a parede gástrica compatível com hérnia. Após o resultado da TC, foi pedida Endoscopia Digestiva Alta que revelou tratar-se de uma provável hérnia diafragmática contendo estômago que apresentava sinais de isquémia.

Material e Métodos
A doente foi submetida a laparoscopia exploradora que constatou a presença de hérnia diafragmática estrangulada, tendo sido reduzido o conteúdo herniário para a cavidade peritoneal com posterior reparação do defeito diafragmático e gastrectomia parcial do tipo Sleeve.

Resultados
O período pós-operatório decorreu sem complicações e a doente teve alta ao 4º dia pós-operatório. O estudo anatomopatológico da peça operatória revelou segmento gástrico com sinais de hemorragia e congestão.

Discussão
O diagnóstico precoce é essencial nas hérnias diafragmáticas estranguladas e para tal é necessário um elevado índice de suspeição, por se tratarem de situações raras. O tratamento é cirúrgico, sendo que a abordagem laparoscópica, permite uma boa visualização e quando praticável, é a ideal.

V023ID: 1164301 - 2014-11-13
TítuloExcisão Total de Mesorrecto via Transanal no tratamento do Cancro do Recto
AutoresFilipe Madeira Martins; Delgado, S; Fernandez Hevía, M; Bravo, R; Momblan, D; Lacy, A.
HospitalHospital Clínic de Barcelona, Espanha

Objectivo/Introdução
Ao longo dos últimos anos tem-se verificado uma marcada evolução no tratamento cirúrgico do cancro do recto. A excisão total do mesorrecto (TME) é considerada tratamento padrão nesta patologia desde que a técnica foi descrita. A morbilidade considerável associada à TME via aberta encorajou o desenvolvimento de técnicas minimamente invasivas. Estas têm-se provado alternativas viáveis, com menor morbilidade e resultados oncológicos semelhantes. Os autores pretendem descrever uma técnica cirúrgica inovadora como alternativa viável à TME via aberta ou via laparoscópica, aplicada à ressecção anterior do recto no tratamento do cancro do recto.

Material e Métodos
Vídeo cirúrgico com descrição passo a passo da técnica de TME via transanal (ta) (procedimento cirúrgico detalhado e referências anatómicas) e suas indicações. Foram obtidos todos os consentimentos legais indicados.

Resultados
Esta técnica é clinicamente exequível e segura quando se verifica uma selecção criteriosa de pacientes e a equipa cirúrgica é suficientemente experiente na realização do procedimento.

Discussão
Alguns estudos demonstram que a taTME assistida por laparoscopia quando realizada por uma equipa especializada é segura e vai de encontro às exigências oncológicas para uma cirurgia de cancro rectal de elevada qualidade. Pode ainda oferecer vantagens sobre a cirurgia laparoscópica pura relativamente à visualização e dissecção do mesorrecto distal. A análise de séries precoces de taTME assistida por laparoscopia é promissora.

V023ID: 4666455 - 2015-11-15
TítuloVolumosa Hérnia do Hiato
AutoresVítor Neves Lopes, Vânia Fernandes, Carla Freitas, João Pinto-de-Sousa
HospitalCentro Hospitalar Tâmega e Sousa, EPE

Objectivo/Introdução
A prevalência das hérnias do hiato é desconhecida. Dentro das hérnias paraesofágicas, as classificadas como tipo III ou paraesofágicas mistas, são as mais frequentes, estimando-se a presença em mais de 90%. O tratamento cirúrgico destes doentes está indicado quando se verificam sintomas obstrutivos, hemorragia digestiva ou complicações da doença de refluxo gastroesofágico. Propomos a apresentação de um vídeo com o tratamento cirúrgico de uma hérnia do hiato tipo III por via laparoscópica.

Material e Métodos
Num doente de 47, do sexo masculino, com antecedentes médicos relevantes de oligofrenia e pneumonia de aspiração no contexto de complicação de doença do refluxo gastroesofágico, sem antecedentes cirúrgicos, realizou-se, por via laparoscópica, a redução de uma volumosa hérnia do hiato tipo III, rafia do defeito no hiato esofágico, reforço desta com prótese de politetrafluoroetileno não absorvível e confecção de fundoplicatura de Nissen.

Resultados
O doente teve alta ao 4º dia de pós-operatório, após necessidade de nova laparoscópia após migração do dreno para o interior do abdómen.

Discussão
A abordagem laparoscópica desta área anatómica facilita a identificação de estruturas, permitindo uma dissecção segura do saco herniário e sua redução, encerramento dos pilares e confecção da fundoplicatura.

V032ID: 7719455 - 2014-11-16
TítuloHow to avoid pitfalls on laparoscopic colorectal surgery
AutoresAlves P, Rama N, Garcia R, Andril O, Faria V
HospitalCentro Hospitalar de Leiria-Pombal, EPE

Objectivo/Introdução
Colorectal laparoscopic procedures are rapidly becoming the standard of care for many benign and malignant intestinal disorders. Since early experiences, several intraoperative and postoperative complications have become evident as well as methods and precautions to prevent these often disastrous problems. Intraoperative complications have been reported to occur in 4-16% of procedures, although variable definitions across reports.

Material e Métodos
The group describes the technique for different laparoscopic colorectal resections .The key steps are demonstrated as the high vascular tie or the splenic flexure mobilization, among others. Potential pitfalls are described, namely those which may conduce to ureter, vascular or bowel injuries.

Resultados
A didactic video was performed in order to highlight common pitfalls of laparoscopic colorectal surgery, as well as offering practical approaches to their management, pointing out the knowledge of the colorectal group.

Discussão
A laparoscopic approach for colorectal disease is safe, feasible, and effective. Nonetheless it´s associated with potential pitfalls that pose challenges to the surgeon and team, and its identification and management may not directly parallel those during an open approach. Hence, it is essential for the team to have a good working knowledge of how to avoid and fix these potential problems when they do occur.

V032ID: 5390110 - 2015-11-16
TítuloOperação de Hartmann laparoscópica em peritonite fecal e reconstrução de trânsito por porta única em local de colostomia
AutoresJaime Vilaça, Luís Lencastre, Ana Fonte Boa
HospitalHospital da Arrábida, Luz Saúde

Objectivo/Introdução
Introdução A perfuração iatrogénica do recto por colonoscopia é uma complicação grave que pode ter elevada mortalidade quando o diagnóstico é tardio. Nessas situações críticas a abordagem recomendada é a cirurgia de ressecção rectosigmoideia com colostomia terminal (operação de Harmann). A via de abordagem laparoscópica revela-se benéfica porque auxilia a toilette da cavidade como um todo, poupa a parede abdominal, não compromete tanto a função respiratória no pós operatório e tem menor efeito pro-inflamatório pelo uso de CO2. A reconstrução da continuidade cólica pode ser feita após 2-3 meses. A sua realização por porta única através do orifício de colostomia é uma opção ainda menos invasiva. Objectivo Vídeo ilustrativo de uma operação de Hartmann por via laparoscópica e sua reversão com uso de porta única por orifício de colostomia.

Material e Métodos
Material e Método Doente do sexo feminino com 62 anos com perfuração iatrogénica do recto alto com peritonite fecaloide com 2 dias de evolução. Operação de Hartmann por via laparoscópica com boa evolução no pós operatório e alta ao 15º dia. Reconstrução de trânsito aos 3 meses com técnica por porta única (SILS) através do orifício de colostomia.

Resultados
Resultado Cirurgia de reconstrução sem dor e com ótima evolução no PO. Alta ao 5º dia.

Discussão
Conclusão O uso de técnicas minimamente invasivas pode ser muito útil em situações complexas de sepsis abdominal como a perfuração e a reintervenção em cirurgia colorrectal.

V036ID: 1578863 - 2014-10-23
TítuloEstabilização cirúrgica da parede torácica em Trauma
AutoresJúlio Constantino, Jorge Pereira, António Lemos, Luis Pinheiro
HospitalCentro Hospitalar TondelaViseu, EPE

Objectivo/Introdução
O traumatismo torácico com retalho costal móvel associa-se a morbilidade significativa. As medidas terapêuticas iniciais visam o tratamento das complicações pleuro-pulmonares subjacentes, por vezes com ventilação mecânica. Em retalhos com grande instabilidade, o tempo de ventilação poderá ser prolongado, aumentando de forma significativa os riscos inerentes a esta técnica. A estabilização da parede por osteossíntese das costelas, defendida por alguns autores, tem-se mostrado eficaz na redução do tempo de ventilação, bem como numa recuperação funcional mais rápida, reduzindo assim a morbilidade.

Material e Métodos
Os Autores apresentam um caso clinico de um doente de 65 anos de idade, vitima de acidente de viação com traumatismo do torso e retalho costal móvel antero-lateral direito. Após tentativa inicial de tratamento conservador, foi necessária uma laparotomia por instabilidade hemodinâmica com lesão esplénica e hepática. Após recuperação do trauma abdominal, o doente permanecia ventilado por intolerância às tentativas de desmame considerando-se a realização de fixação das costelas.

Resultados
Apresenta-se um vídeo ilustrativo da fixação das costelas com material de osteosíntese. São evidentes, durante o filme, os focos de fractura e a instabilidade mecânica provocada pelas fracturas.

Discussão
Apesar de pouco utilizada, a fixação de fracturas costais em contexto de retalhos costais instáveis, reduz o tempo de ventilação assistida e melhora a recuperação funcional dos doentes.

V036ID: 2560917 - 2015-11-16
TítuloVOLVO DO SIGMÓIDE - COLECTOMIA POR LAPAROSCOPIA
AutoresSílvia Pereira, Berta Barbosa, Gil Faria
HospitalCentro Hospitalar do Porto, EPE

Objectivo/Introdução
O volvo sigmóide é responsável por 8% de todas as oclusões intestinais. A ressecção cirúrgica é obrigatória para evitar a recorrência. A procedimento cirúrgico por laparoscopia no caso de um dolicosigmóide pode ser tecnicamente um desafio, e não existe muita experiência relatada.

Material e Métodos
Documentação de caso clínico em vídeo com ênfase nos principais passos cirúrgicos.

Resultados
Doente do sexo masculino de 58 anos, com antecedentes de colecistectomia laparoscópica e história de derivação ventrículo-peritoneal por hidrocefalia. Apresentou dois episódios emergentes de volvo do sigmóide por dolicosigmóide, tendo-se efectuado colonoscopia descompressiva. Proposto tratamento cirúrgico electivo, após estudo imagiológico prévio, com colonoscopia e tomografia computorizada a excluir outras causas. Foi submetido a colectomia do sigmóide por laparoscopia.

Discussão
Considerando que os doentes com volvo sigmóide são frequentemente idosos ou com várias co-morbilidades, a cirurgia laparoscópica eletiva após uma colonoscopia descompressiva bem sucedida, pode ser uma boa escolha para um grupo selecionado de doentes. Apresenta um baixo risco de complicações cirúrgicas e por todas as restantes vantagens associadas à cirurgia minimamente invasiva.

V041ID: 7163366 - 2014-10-23
TítuloSeparação posterior de componentes
AutoresJorge Pereira, Julio Constantino, Luis Pinheiro
HospitalCentro Hospitalar TondelaViseu, EPE

Objectivo/Introdução
A hérnia incisional é a complicação mais comum após cirurgia por laparotomia mediana e a principal causa de re-intervenção neste contexto. O avanço da técnica cirúrgica e o aparecimento recente de estratégias de controlo de danos, vieram acrescentar uma complexidade muito própria a esta patologia, tornando-a, frequentemente, um problema de difícil resolução. A disponibilidade de novos biomateriais associada a abordagens cirúrgicas revisitadas, tem permitido a reparação destas hérnias com aceitável recuperação funcional da parede abdominal.

Material e Métodos
Os autores apresentam em vídeo um caso de um doente de 60 anos com hérnia incisional gigante recidivada, reparada pela técnica de separação posterior de componentes (SPC). Tinha sido submetido inicialmente a sigmoidectomia por diverticulite com fistula colo-vesical e posteriormente a reparação de hérnia incisional por laparoscopia, complicada de infecção grave e necessidade de remoção da prótese intra-peritoneal.

Resultados
Apresenta-se a SPC num vídeo didático, onde se salientam os passos que levam aos melhores resultados. Utiliza-se uma prótese de polipropileno auto-adesiva, inovação técnica que permite reduzir significativamente o tempo de cirurgia. O pós-operatório decorreu sem incidentes e a re-avaliação após um ano de cirurgia não revelou recidiva.

Discussão
A técnica de separação posterior de componentes constitui uma opção válida na resolução de hérnias incisionais gigantes.

V041ID: 2754274 - 2015-11-13
TítuloAdrenalectomia laparoscópica por pseudoquisto
AutoresJoana Magalhães, Vera Oliveira, Ana Marta Pereira, Tiago Ferreira, António José Reis, Rui Ferreira Almeida, Artur Trovão, Gil Gonçalves, Mário Nora
HospitalCentro Hospitalar Entre Douro e Vouga, EPE

Objectivo/Introdução
Os incidentalomas da supra-renal definem-se como lesões da supra-renal >1cm diagnosticadas acidentalmente num exame imagiológico realizado no estudo de outra patologia. Os quistos da supra-renal podem ser classificados de acordo com o seu subtipo histológico: parasitário, epitelial, endotelial e pseudoquisto. Os pseudoquistos são os mais comuns, e a sua etiologia não está totalmente esclarecida, mas parecem surgir após um episódio de hemorragia ou infecção da supra-renal. Apenas 7% destes são malignos ou têm potencial maligno, e este pode estar directamente relacionado com o tamanho das lesões.

Material e Métodos
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Resultados
Os autores apresentam o caso de homem com 56 anos, seguido na consulta de Urologia por quistos renais. No estudo imagiológico efectuado (TC e RMN), foi detectado nódulo calcificado da supra-renal direita com 5cm, sugestivo de adenoma. Os estudos funcionais foram negativos. Neste contexto e dado o tamanho da lesão, o doente foi submetido a adrenalectomia direita laparoscópica. O exame histológico demonstrou pseudoquisto necrosado da supra-renal.

Discussão
Os peudoquistos são lesões raras da supra-renal. É fundamental o estudo criterioso destas lesões, a sua funcionalidade e potencial maligno, que irão determinar a decisão terapêutica. Nos casos com indicação cirúrgica, a adrenalectomia laparoscópica é a abordagem de eleição, tendo em conta os benefícios das técnicas minimamente invasivas

V047ID: 2225178 - 2014-11-18
TítuloAspetos técnicos da cardiomiotomia com fundoplicatura no tratamento da acalásia
AutoresPedro Soares-Moreira, Carlos Nogueira, Mário Marcos, Jorge Santos
HospitalCentro Hospitalar do Porto, EPE

Objectivo/Introdução
O tratamento cirúrgico da acalásia através da miotomia do cardia foi descrito pela primeira vez por Heller em 1913. É um procedimento altamente eficaz e constitui atualmente o procedimento padrão para o tratamento desta disfunção esofágica. A associação da fundoplicatura a esta cirurgia diminuiu a incidência de refluxo gastro-esofágico, uma complicação inicialmente comum. A via laparoscópica acresce os benefícios desta abordagem e é a abordagem mais utilizada hoje em dia. O diagnóstico correto, a seleção adequada dos doentes e a técnica cirúrgica são fundamentais para o sucesso deste procedimento.

Material e Métodos
Vídeo com descrição e considerações sobre a técnica cirúrgica da cardiomiotomia com fundoplicatura por via laparoscópica.

Resultados
Os autores apresentam a técnica cirúrgica que utilizam preferencialmente, com destaque para: mobilização adequada do esófago torácico; disseção conservadora do cárdia; miotomia gástrica extendida com vista à diminuição da disfagia tardia; associação da fundoplicatura de Dor para prevenção da doença de refluxo gastroesofágica iatrogénica, sem aumento da disfagia e a que se associa o benefício da proteção da miotomia.

Discussão
A cardiomiotomia com fundoplicatura por via laparoscópica para o tratamento da acalásia é um procedimento seguro, altamente eficaz a curto e longo prazo e com reduzidos efeitos secundários.

V047ID: 2105724 - 2015-11-13
TítuloMARSUPIALIZAÇÃO LAPAROSCÓPICA DE CISTO ESPLÉNICO
AutoresTiago Fonseca, Mariana Costa, Marta Guimarães, Pedro Rodrigues, Domingos Rodrigues, Jorge Costa, Gil Gonçalves, Mário Nora
HospitalCentro Hospitalar Entre Douro e Vouga, EPE

Objectivo/Introdução
Os cistos esplénicos representam uma entidade rara na prática cirúrgica. São mais frequentes no sexo feminino, e normalmente só manifestam sintomas quando atingem dimensões superiores a 5 cm. A marsupialização laparoscópica é uma opção cirúrgica no tratamento de Cistos esplénicos, permitindo uma maior preservação do parênquima esplénico. Contudo deve ser preferencialmente realizada em cistos com localização anterior e superficial do baço.

Material e Métodos
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Resultados
Os autores apresentam um caso de uma doente do sexo feminino com 19 anos, sem antecedentes de relevo, orientada para a consulta de cirurgia geral por quadro de desconforto abdominal associado a tumefação palpável ao nível do hipocôndrio esquerdo. No estudo imagiológico foi documenta lesão cística de aproximadamente 15 cm de maior diâmetro na dependência do baço, tendo sido efetuada punção aspirativa ecoguíada. Na reavaliação aos dois meses, mantinha a sintomatologia e a TC abdominal confirmou a existência da lesão prévia com 15 cm. A doente foi proposta para marsupialização desta lesão por via laparoscópica. O pós-operatório imediato decorreu sem intercorrências.

Discussão
A marsupialização laparoscópica é um procedimento exequível, seguro e eficaz no tratamento de cistos esplénicos; contudo deve ser feita uma seleção criteriosa dos doentes tendo em conta o tipo, tamanho e localização da lesão.

V052ID: 5764720 - 2014-10-14
TítuloHepatectomia esquerda alargada ao segmento I, ressecção da via biliar, e hepatico-jejunostomia em Y de Roux por tumor de Klatskin tipo II
AutoresMarta Guimarães, Vera Oliveira, Pedro Rodrigues, Joana Magalhães, Domingos Rodrigues, Gil Gonçalves, Mário Nora
HospitalCentro Hospitalar Entre Douro e Vouga, EPE

Objectivo/Introdução
Os tumores de Klatskin, so colangiocarcinomas raros, cujo diagnstico, preparao pr-operatria e teraputica cirrgica, deve estar protocolada nas instituies de referncia, na qual estes doentes so tratados. Neste trabalho, os autores apresentam uma tcnica cirrgica como tratamento de um tumor de Klatskin tipo II, tendo como objectivo a ilustrao do tratamento desta situao, mostrando para isso a tcnica standardizada praticada na instituio qual pertencem.

Material e Métodos
Apresentao de caso clnico, sob a forma de um vdeo, no qual ilustramos uma hepatectomia esquerda alargada ao segmento I, com linfadenectomia do ligamento hepato-duodenal, resseco da via biliar e hepatico-jejunostomia em Y de Roux, referente a um doente de 71 anos de idade, sexo masculino, que deu entrada na nossa instituio por um quadro de colangite, cujo estudo etiolgico revelou uma leso nodular pericentimtrica da confluncia da via biliar, compativel com tumor de Klatskin.

Resultados
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Discussão
O doente, foi proposto para drenagem externa da via biliar por CPT, do fgado direito, e os colangiogramas obtidos confirmaram o envolvimento tumoral da confluncia biliar; 34 dias aps, foi re-internado electivamente e submetido cirurgia descrita, tendo tido alta, sem complicaes, ao 8 dia ps-operatrio. A histologia da pea confirmou a suspeita pr-operatria : ADENOCARCINOMA DA VIA BILIAR proximal envolvendo o ducto heptico comum e ductos biliares intra-hepticos, da confluncia, sem metstases ganglionares regionais.